quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Silly girl. he don't care.

A consciência pode ter o impacto do peso de um elefante sobre a terra dentro do nosso cérebro , e a consciência ganha forma, de uma enorme broca que ao passo do tick tack do relógio vai pro-furando a fundo. Do cérebro até ao coração escava um túnel de culpas e preocupações, que rompem os meus vasos sanguíneos jorrando sangue por todos lados, embebendo os meus pulmões de sangue, respirando assim as consequências dos meus actos.
  Esse teu ar, e o calor dos teus braços envolvidos em mim, nauseiam os meus sentidos, e eu perco o controlo. Loucos os meus sentidos que me fazem sonhar, saltar de um precipício e fazerem me crer que eu sei voar.
E voei, voei numa alucinante queda à velocidade do desfloramento de uma ilusão, direitinha ao nobre chão.
Devaneios infundados!
Entramos num jogo arriscado, funesto, algo como o toca e foge, um jogo de crianças aplicado aos meus sentimentos por ti e quem sabe os teus por mim se ainda possuíres algum alem de desejo e audácia.
Temo que não lance os dados até chegar à ultima casa do tabuleiro e que o cansaço e loucura me tomem mas enquanto conseguir agitar os dados, lanço mais uma vez e saiu dois e não três! Faz com o numero o que o outro fez com o gato maltês!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Insultos a mim!!


    Um dia canso, e paro de puxar por ti.
Levas me ao limite, estafas as minhas forças. Sinto que estou num livro que já teve o seu final e eu ando a rele-lô feita parva e aperceber me de cada erro ortográfico.
E nunca me doeu tanto a gramática mal empregada, e escrita assim!

Fazes me chorar e nem dás por isso, então me pergunto, a ingénua continuo a ser eu?
Parva sei que sou, se não já teria mudado de livro, mas ainda não reuni coragem contra os meus sentimentos e pensamentos sobre ti.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

CALM THE FUCK DOWN








NADA NO MEU BLOG É SOBRE TI!

NADA É DIRIGIDO A TI!






Nunca passei de uma criança ingénua

Vou abraçar a humanidade e fazer papel de boba.
Vou ser uma espectadora sem opinião.
Vou fazer bem sem olhar a quem.
Cheguei à exaustão, estou nesta maratona sem fim à demasiado tempo.
Uma corrida que por mais que comece de novo acabo em ultimo, tu não abrandas o passo, eu acelero, mas tu quase que voas.
As minhas energias estão em baixo, agora os meus sentimentos que leve o vento, e que as minhas vontades vaiam com eles. 
Não tenho controlo sobre nada, não sei se vai correr bem ou mal. não sei nada, só sei ser eu.
E vou se-lo com todos os perigos que isso inclui, que venha a ingenuidade e a infantilidade, pois assim sou feliz.
E que assuma aqui, sem compromisso nenhum, que não serei nada mais que eu. 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Inverno, porque choras tanto?


Sinto me triste, eu estou triste. 
Sinto me como se o meu nome fosse inverno e eu própria fosse a personificação da estação. A chuva e as minhas lágrimas caem ao mesmo ritmo e com a mesma frequência. As manhãs nubladas, exactamente como o meu olhar sobre o mundo.Estou fria e tímida como a noite de inverno, os meus sentimentos, e relação com as pessoas à minha volta, escorregadios e desastrosos como a calçada das ruas depois de uma longa chuvada, e quantos não terão caído à conta do chão molhado? Eu cai.  
  E não estou a conseguir adaptar a esta nova realidade, sinto me rodeada de desconhecidos, de pessoas amorosas sim, mas não pessoas com quem eu possa ser eu, que  eu possa estar cem por cento à vontade, pessoas com que me identifique.
Sinto que alguém se enganou a escrever o meu destino e me tivesse colocado no local errado, sinto me uma estranha. Melhor sinto que que toda minha encruzilhada não passa de um borrão, de um rascunho ou de um livro mal editado que ninguém chegou a ler. 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

No really it's fine, i didn't expect you to stay.


Sou tão tola, tão tola. tão tolaa!
Certas pequenas coisas, certas pequenas atitudes, atingem me como balas.
Larga essa pistola, ou então por favor, prime o gatilho e acerta de uma vez por todas bem no centro da minha testa, já que anestesiaste o meu coração, mata de uma vez o meu cérebro.
Ajuda me a sobreviver, contigo ao meu lado ou não, mas quero sobreviver.
Só quero ser tratada como a princesinha que o meu pai diz que eu sou, a minha mãe aclama que eu seja.
Sê verdadeiro, sê bom para mim.